1O Poder Invisível das Vibrações
Toda vez que você ouve uma melodia contagiante, você está na verdade ouvindo a física em ação! O som começa com um movimento minúsculo chamado vibração. Quando um músico dedilha uma corda ou bate em um prato, ele está fornecendo energia que faz o material balançar para frente e para trás milhares de vezes por segundo. Essas vibrações são muitas vezes rápidas demais para nossos olhos verem, mas elas criam uma reação em cadeia. O instrumento empurra as moléculas de ar ao seu redor, enviando um pulso de energia pelo ambiente. Esse pulso é chamado de onda sonora, e quando ele chega aos seus ouvidos, seu cérebro traduz essas ondulações na música linda que você adora.
2Tom, Comprimento e a Ciência do Tamanho
Você já se perguntou por que uma flauta minúscula soa como um pássaro, enquanto uma tuba gigante soa como um elefante resmungando? Tudo se resume ao tamanho da coluna de ar ou da corda. Em um instrumento de sopro, o ar no interior vibra em uma forma chamada onda estacionária. Um tubo curto, como o de um piccolo, só permite ondas curtas e rápidas, o que cria um som agudo. Um tubo longo, como o de um trombone, permite ondas muito mais longas que se movem mais lentamente, resultando em um tom grave e profundo. É por isso que muitos instrumentos têm botões ou furos; ao cobrir um furo com o dedo, você está efetivamente mudando o comprimento do tubo e alterando o tom instantaneamente!
3Construindo a Máquina de Som Perfeita
Os instrumentos musicais são algumas das peças de engenharia mais impressionantes já criadas. Eles não são apenas formas; eles são projetados para amplificar o som. Por exemplo, se você esticasse uma corda entre duas varetas, ela seria muito baixa. Mas quando você prende essa corda a uma caixa de madeira oca, como em um violão ou violino, as vibrações da corda são transferidas para o ar dentro da caixa. O corpo oco age como um ressonador, fazendo o som ricochetear e ficando alto o suficiente para que um salão de concertos inteiro o escute. Da tensão da pele de um tambor à curva de uma trompa de metal, cada parte de um instrumento é cuidadosamente criada para controlar como a energia se transforma em arte.