1O Teste Supremo de Resistência
Uma maratona é uma corrida lendária que cobre impressionantes 42,2 quilômetros (26.2 milhas)! Para colocar isso em perspectiva, é como correr por quase 460 campos de futebol sem parar. Como a corrida dura várias horas, o coração e os músculos das pernas de um corredor precisam de um fluxo de energia constante e estável. Eles não podem contar com a sorte; precisam tratar seus corpos como motores de alta performance. Isso significa escolher o tipo certo de combustível muito antes de pisarem na linha de largada.
2O Segredo da Carga de Carboidratos (Carb-Loading)
Você já ouviu falar em "festa do macarrão"? Muitos maratonistas fazem isso na noite anterior a uma grande corrida! Isso se chama carga de carboidratos. Quando você come carboidratos como espaguete, arroz ou batatas, seu corpo os quebra e os armazena em seus músculos como algo chamado glicogênio. O glicogênio é como um pacote de bateria reserva. Durante uma corrida, um corredor médio queima cerca de 2.500 calorias — isso é mais energia do que você obteria comendo 10 fatias grandes de pizza de queijo! Sem esses carboidratos armazenados, um corredor pode "bater no muro", que é um termo esportivo famoso para quando o corpo fica completamente sem combustível e sente que não consegue dar mais um passo.
3Energia Rápida versus Energia Lenta
Nem toda energia alimentar é criada da mesma forma. Imagine um estalinho versus um grande tronco de fogueira. Uma barra de chocolate ou um refrigerante açucarado é como um estalinho; ele queima muito brilhante e rápido, dando um "pico de açúcar" rápido que desaparece em minutos. Isso pode ajudar em um sprint de 50 metros, mas não ajuda em uma maratona. Os carboidratos complexos, como pão integral ou aveia, são como o tronco de fogueira. Eles queimam lenta e constantemente por horas. Ao escolher esses alimentos de "queima lenta", os atletas garantem que seus músculos tenham uma fonte de energia confiável para mantê-los em movimento até a linha de chegada e aquela medalha de ouro brilhante!