1Como Robôs Recarregam e Abastecem
Assim como você precisa de um café da manhã nutritivo para começar o dia, os robôs precisam de um suprimento constante de energia para funcionar! A maioria dos robôs que vemos em nossas casas, como aspiradores de pó ou drones de brinquedo, dependem de baterias de íon-lítio. São o mesmo tipo de baterias encontradas no seu tablet ou celular. Alguns robôs espertos são até programados com tecnologia de "acoplamento automático". Quando o nível de energia cai abaixo de 15%, eles usam sensores infravermelhos para encontrar o caminho de volta para uma estação de carregamento, conectando-se para uma "soneca robótica" para acordar prontos para trabalhar novamente!
2Energia Solar para Exploradores Espaciais
Quando os robôs viajam para lugares onde não há tomadas, como a superfície empoeirada de Marte, eles precisam ser criativos. Os rovers espaciais são frequentemente cobertos por painéis solares brilhantes que agem como folhas de alta tecnologia. Esses painéis captam fótons do sol e os convertem diretamente em eletricidade. Isso permite que um robô sobreviva por um tempo muito longo — às vezes mais de 10 anos! No entanto, a energia solar pode ser complicada; se uma tempestade de poeira cobrir os painéis ou o sol se pôr, o robô precisa usar a energia que armazenou nas baterias durante o dia para se manter aquecido durante a noite gelada de Marte.
3Cabos Submarinos e Células de Combustível
Nas partes mais profundas do oceano, está tudo escuro, o que significa que os painéis solares não funcionam. Para resolver isso, os cientistas costumam usar "cabos umbilicais" (tethers). Um cabo umbilical é um fio superforte que pode ter mais de 3.000 metros de comprimento! Ele age como uma extensão gigante, enviando eletricidade de um navio na superfície até o robô. Para robôs que precisam se mover mais livremente, os engenheiros usam células de combustível. Elas são como pequenas usinas de energia que misturam produtos químicos, como hidrogênio e oxigênio, para criar eletricidade sem a necessidade de estarem conectados à tomada. Essa tecnologia permite que os robôs explorem naufrágios e vulcões subaquáticos por dias a fio.